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TINA CHOW É INSPIRAÇÃO PARA FRIDA GIANNINI NA GUCCI
FRIDA GIANNINI diz ter se inspirado na modelo e atriz TINA CHOW (1951-1992), famosa por sua beleza, charme e envolvimentos emocionais, para a criação do inverno 2009-2010 da GUCCI.
Filha de pai alemão e mãe japonesa, amiga de Andy Warhol, Basquiat e de outras personalidades dos anos 80, Tina pode ser considerada representante de uma era quando, segundo a estilista da GUCCI, saídas noturnas e divertimento eram tidos como essenciais na vida das pessoas.
Aproveitando o gancho para sua coleção, a estilista colocou em pauta brilhos e cintilações que aparecem no lurex, lamê e em outros tecidos com fios metalizados. As calças são baixas e mais justas, as botas são altas, os leggings piscam alucinadamente e a cartela de cores é composta por preto, azul cobalto, roxo e turquesa.
Frida apresentou spencers, paletós ajustados, túnicas prateadas, carteiras enormes, grandes bolsas e peças com efeitos geométricos e imensos poás.
Os tons baixos ajudam a não vulgarizar a faiscante coleção que, como disse a estilista, não foi feita para mulheres tímidas e sim para aquelas que querem se destacar.
E muito, eu acrescentaria…
Entre as fotos, uma página de uma edição de 1984 da Vogue inglesa e o look cintilante desfilado por Raquel Zimmermann.
Posted by marco sabino
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fevereiro 2009
GUCCI – INVERNO 2009 -2010
Posted by marco sabino
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fevereiro 2009
JIL SANDER – INVERNO 2009 – 2010
Posted by marco sabino
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fevereiro 2009
RAF SIMONS INSPIRA-SE EM CERAMISTA FRANCÊS PARA JIL SANDER
A marca JIL SANDER, fundada em 1978, passou a ter uma história tumultuada desde sua venda para o grupo PRADA no anos 2000.
A estilista alemã, considerada a rainha do minimalismo nos anos 90, junto com outros como Helmut Lang, vendeu a empresa e ficou como diretora de criação, mas desentendeu-se com Patrizio Bertelli, marido de Miuccia Prada, e acabou deixando o negócio.
É interessante observar o exercício de criação do estilista e compará-lo às formas sinuosas dos vasos criados pelo artista que já teve peças leiloadas pela Christie’s.
O vaso preto e branco na foto, por exemplo, foi arrematado por 3120 dólares em 2005.
RAF SIMONS usou cores como preto, branco, amarelo, marinho, laranja, bege e vermelho e alguns modelos poderão ganhar o guarda-roupa das adeptas da grife. Outros se limitam à passarela ou a exposições de moda. Gostei dos modelos mais simples e puros e adorei o sapato vermelho brilhante com salto baixo Anabela e bico mais fino.
Posted by marco sabino
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fevereiro 2009
PAUL CHAMBOST E JIL SANDER
Posted by marco sabino
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fevereiro 2009
D & G – INVERNO 2009 – 2010 – INSPIRAÇÃO NA ÓPERA
Posted by marco sabino
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fevereiro 2009
ÓPERA – A INSPIRAÇÃO PARA O INVERNO 2009-10 DA D & G
Posted by marco sabino
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fevereiro 2009
BURBERRY PRORSUM – INVERNO 2009-2010
A BURBERRY foi fundada em 1856 na Inglaterra, mas só fui me familiarizar com seus produtos no início dos anos 80.
Sabia que a marca era sinônimo de tradição, mas as roupas que via nas vitrines da loja em Saint-Germain-des-Près em Paris não me atraíam muito.
Às vezes, pensava em comprar um trench-coat, mas me perguntava:
- Fazer o quê com um trench caríssimo morando no Rio de Janeiro? Iria usá-lo quantas vezes? Para usar durante uma temporada chuvosa na Europa?
E assim, preferia comprar os guarda-chuvas e écharpes com o tartan NOVACHEK.
Mas gostava dos guarda-chuvas com verde e azul e também os comprava, afinal, eu fazia coleção desses acessórios.
Ao entrar na loja, achava tudo super careta, passando pelos vendedores até a decoração, mas fazer o quê?
Era o clássico convencional e a idéia da tradição que eles vendiam…
Cheguei a comprar algumas camisas sociais quadriculadas, tudo bem enquadrado nos moldes bécebégistes franceses (a grife é inglesa, mas eu ia muito mais para Paris e estava muito mais familiarizado com a cultura francesa…).
Depois, parei de comprar.
No fim dos anos 90 e no início dos anos 2000, a grife começou a mudar, a rejuvenescer e a sua principal arma de sedução foi o tartan NOVACHECK.
Deu resultado e até sandálias de borracha com a padronagem foram lançadas pela tradicional grife britânica.
Os copistas adoraram e o que mais se viu na rua 25 de março em São Paulo e na região da S.A.A.R.A no Rio foram peças com o xadrez.
Christopher Bailey já fazia um bom trabalho de revigoramento e a BURBERRY passou a ser fashion e novamente muito desejada.
Mudou o nome, tornou-se BURBERRY PRORSUM e continuou a surpreender.
Sempre com bom gosto e refinamento, foram lançados trench-coats em versões pink, dourada e turquesa e outras audácias.
De uns meses para cá, porém, Bailey (que tem uma história linda de amor e dedicação com um companheiro já falecido) mostra que quer voltar a tempos de outrora, sem deixar de imprimir, contudo, cada vez mais, seu senso estético e idéia de elegância.
São roupas difíceis para serem usadas num país tropical e, no Rio de Janeiro, mais difíceis ainda, mas é sempre bom ver o trabalho deste estilista.
Na coleção de inverno 2009-2010, são lindos os trench-coats mais soltos em tons cinza, é muito interessante o efeito de envelhecimento pelo qual sofreu o xadrez e são lindas as estampas com portraits de aristocratas ingleses de outros séculos.
Bailey pinça uma coisa daqui e dali para dar a idéia de tempos passados, cruza o novo com o antigo e apresenta uma bela coleção.
Golas grand-père para os homens e, para as mulheres, tecidos meio amassados, saltos e plataformas estonteantes - ”coturnos vitorianos” – que põem em evidência o comprimento + curto das calças, sobriedade na cartela de cores, cinturas mais altas, tudo modernamente clássico, elegante, bonito e com qualidade.
Posted by marco sabino
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fevereiro 2009
PORTRAITS ANTIGOS NO INVERNO 2009-10 DA BURBERRY PRORSUM
Os portraits de aristocratas ingleses de outros séculos, que já haviam aparecido na coleção masculina para o inverno 2009-2010 apresentada em janeiro, foram reforçados na coleção feminina apresentada em Milão.
Posted by marco sabino
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fevereiro 2009
GOLA GRAND-PÈRE – UM CHARME NA BURBERRY PRORSUM
Posted by marco sabino
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fevereiro 2009





















