marco sabino

Categories

Latest News

Monthly archives


Search




“HISTÓRIA DA MODA” DE MARCO SABINO NA REVISTA QUEM!

ÔBA!!! Adorei a matéria sobre minha carreira e meus livros assinada por Biti Averbach, a editora de moda da revista QUEM! São cinco páginas da revista que saiu hoje, quarta-feira, 26 de outubro. Adorei! Nas fotos, as páginas 80 e 83…

Posted by marco sabino Posted in: Sem categoria No Comments » outubro 2011


DIANA VREELAND ESTEVE NO RIO DE JANEIRO…


Tenho lido muita coisa sobre o documentário (e livro) THE EYE HAS TO TRAVEL dedicado a Diana Vreeland, um dos personagens + marcantes na História da Moda. O livro DV (foto) é uma outra ótima publicação, além de ALLURE, que no Brasil, foi traduzido como o nome “Glamour” (aliás, acho que são coisas diferentes…). Mas não vejo referência à vinda de Diana ao Brasil em tempos passados! Quem a entrevistou para o GLOBO foi a jornalista Léa Maria Aarão Reis que me contou isso quando esteve em minha casa para fazer meu perfil para a revista ConceitoA. Eu adorei saber! Já no “Dicionário da Moda”, DV também é verbete e a foto que lá aparece foi tirada por Marisa Álvarez Lima, outra brasileira competente.

Posted by marco sabino Posted in: Sem categoria 1 Comment » outubro 2011


VIDA DOMÉSTICA – 1939 E 1951

Recebi ontem um presente do conhecido estilista MARCO RICA (verbete no meu DICIONÁRIO DA MODA e presença no meu livro HISTÓRIA DA MODA) que adorei! Algumas revistas VIDA DOMÉSTICA (as das fotos são de 1939 e 1951) lindas!
Marcelo Fernando fez a gentileza de me entregá-las e como pesquisador de moda provavelmente irei fazer bom uso dessas raridades…

Eu adoro essa publicação que tem assuntos variados e um papel excelente!
Já havia comprado outras quando iniciei as pesquisas para o meu primeiro livro, mas não tinha esses números!
Sorte!

Posted by marco sabino Posted in: Sem categoria No Comments » outubro 2011


LIVRO “HISTÓRIA DA MODA” DE MARCO SABINO – matéria no ESTADÃO

Consegui finalmente a reprodução do texto da matéria que saiu no Estadão sobre o meu HISTÓRIA DA MODA que está indo muito bem nas vendas. Legal!

Para quem queria ler o texto da matéria sobre o meu livro HISTÓRIA DA MODA que Roberta Pennafort escreveu para a edição do dia 30/08/2011 para o ESTADO DE SÃO PAULO e que foi capa do Caderno 2, aí está:

“Tudo começou com uma insuspeita folha de parreira a cobrir o sexo de Adão. Os pré-históricos lançavam mão de fibras vegetais e de peles de animais; nos índios é notório o esmero com as pinturas corporais. Os drapeados das elites mesopotâmicas, o caimento dos vestidos gregos, as superfemininas estolas romanas, os plissados egípcios, a exuberância das vestimentas de muitas camadas das cortes europeias, imortalizadas em quadros na Renascença, tudo o que um dia foi moda – e que volta e meia reconhecemos nas coleções de estilistas contemporâneos – foi revisado pelo obsessivo pesquisador Marco Sabino.
Saldo de três anos de um trabalho tão solitário quanto fatigante, ”História da Moda”, o livro de arte de 416 páginas que está lançando (Editora Havana, R$ 150), traz como epígrafe: ”O homem é o único animal que não se aceita como veio ao mundo”. Para além da necessidade de se proteger das intempéries, está a vontade de ser visto em sua individualidade, acredita.
”Estilo é algo que sempre existiu. Na Roma antiga, se não fosse na roupa, tinha o cabelo, o penteado ‘ninho de abelha’. Isso tudo é moda. O que nos faz querer mudar é a insatisfação”, avalia Sabino. ”Se os homens da pré-história viam passar um animal de pele bonita, talvez quisessem trocar com a que usavam. São suposições. Não existe nada registrado. Mas pesquisei bastante e coloquei muito ‘talvez’. Não se pode ser categórico. Não estou fazendo apostila de escola.”
Ele próprio é um homem inquieto. Sempre foi menino observador e criativo a ponto de incluir nos contos fantásticos que escrevia, como mostra num caderno de páginas amareladas que guarda com todo o cuidado, detalhes do vestido da rainha feita personagem de seu castelo. Era ”todo bordado a ouro com brilhantes”. Tinha à época dez anos.
Na hora de escolher a profissão, no entanto, foi em outra direção: medicina. Durante o curso na Universidade Federal do Rio, já fazia bijuterias para as colegas. Formado, não suportou a frustração de trabalhar em hospitais públicos sem recursos, e, contrariando a família, que até hoje pede ajuda ao ex-doutor, trocou o jaleco pelas vestes de estilista. O lado pesquisador se desenvolveu junto.
Seu novo livro, que sucede Dicionário da Moda, de 2006, com 1.400 verbetes, tem 24 capítulos, sendo metade dedicada ao longo período que se inicia com as peles de mamutes e que se estende ao século 19, e sua busca pela simplicidade pós-Revolução Francesa.
Cada década do século 20 mereceu um capítulo, começando com os primórdios da indústria da moda, propiciada pelas máquinas da Revolução Industrial, a gradual liberação da mulher (com a abolição dos espartilhos, a invenção do biquíni, da minissaia, dos tecidos colados ao corpo), o ready-to-wear norte-americano dos anos 50, o advento dos designers superstars, de Chanel a Gianni Versace, Alexander McQueen e John Galliano.
Num apartamento pequeno em Ipanema, as publicações sobre moda, arte e história agrupam-se sobre mesas, em estantes, em pilhas a atravancar a porta de entrada. Isso porque a pesquisa para o seu livro já acabou – durante o processo, dormiam e acordavam espalhados.
O título abrangente indica o tamanho da ambição do projeto: explicar as transformações por que passou a indumentária humana até chegar às passarelas de hoje, a da moda e a do show biz. Trabalhou sem qualquer colaboração, nenhuma estagiária a lhe ajudar nas pesquisas dos bancos de dados, com o Getty Images e a Corbis, as mais usadas. No Brasil, como não há tamanha quantidade de informação sistematizada, ele recorreu a reportagens de revistas antigas, como O Cruzeiro, Fon-Fon e Manchete.
A ideia era criar uma publicação-referência, tal qual se tornaram alguns livrões de sua estante principal, como 20.000 Years of Fashion The History of Costume and Personal Adornment, de François Boucher, e Encyclopedia of Clothing and Fashion, de Valerie Steele. Só que o seu tem a moda brasileira incluída, dos vestidos à europeia da colônia às fashion weeks modernas, sobrevoando os anos 80, quando a grife Marco Sabino, hoje com peças vendidas só a conhecidos, desfilava no Rio. ”

Compre o seu na Livraria da Vila em São Paulo ou na Livraria da Travessa (http://www.travessa.com.br), Livraria Leonardo da Vinci (http://www.leonardodavinci.com.br), Livraria Timbre (Shopping da Gávea), Blooks (Praia de Botafogo), Martins Fontes (Leblon), Galileu (Tijuca, Largo do Machado e Ipanema) e Argumento (Leblon).

Posted by marco sabino Posted in: Sem categoria 1 Comment » outubro 2011